quinta-feira, 1 de abril de 2010

Rio Tajapuru

Rio Tajapuru
Onde Canoa Baila

Lá pro rumo de Breves
do meu querido Parauhau
tu mano vento escreves
cantigas pro Tajapuru

Onde a Canoa Menina
flutua no seu balançar
que nem uma Bailarina
num dois pra lá, dois pra cá

Ali Ribeirinho, Companheiro
pureza da beira de rio
pega marola, banzeiro
dos tranzatlânticos navios

Rio camarada, amigo verdadeiro
dos embarcadiços, marinheiros
eu tantas vezes te tajapuruzei
nos tantos anos em que naveguei

Todo apaixonado pela Navegação
lembra a cantiga do Bom Capitão
que com seu puro coração divino
foi maior amigo dum Órfão Menino

Tajapuru rio da Vida

dificil é não recordar
a linda gente querida
que aprendemos a amar

Gente dos Cascos, Bajaras
Botes, Regatas, Batelões
minhas Canoas Marajoaras,
Belíssimas Embarcações
Rio onde ninguém consegue
esquecer um Desbravador
Assembleiano Daniel Berg
que por lá foi remador

Juro que é para as bandas dali,
onde encontramos o puro Açai
varando o Limão, meu Ituquara
mora Caetano, Poeta Marajoara

Raimundo Caetano Poeta Povão
Sangue Cabano, és grande cidadão
quero que perdoes minha ingratidão
mas trago a todos, cá no coração

Jetro Fagundes
Farinheiro Marajoara

5 comentários:

Raquel disse...

cada dia esse espaço fica mais lindo,obrigada por fazer eu relembrar minha feliz infância vivida as margens desse lindo lugar.
sucesso para você!!!

jetro disse...

Obrigado minha doce prima e mana.
Eu nunca esqueço das vezes que tua
mãe, prima Madalena, dava agasalho
à uma outra Marajoara de Fé com
seus oito filhos.
Minha mãe fazia
dessas recordações doces cantigas
nas prosas intermináveis do
aconchego de Belém e Ananin.
Que prima Madalena viva para sempre!!!
Éssa cantiga também vai ela.

jetro disse...

Digo: Essa cantiga também vai pra ela, a linda Madalena das doces gargalhadas.
Gargalhadas que meu violão nunca esquece

juliana disse...

muito lindo sz

Anônimo disse...

Rio da minha infância,da pesca, do banho no final da tarde, Bons Tempos que ficaram na memório. Espero um dia voltar.