quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

VALE, Nobel da Vergonha





V ale de lágrima medonha
A marga vilã mineradora
L evas Nobel da Vergonha
E mpresa perversa poluidora

V ale a pena ser mega empresa
A famada no mercado internacional
L ucrando destruindo a natureza
E stimulando a poluição ambiental?

D e nada vale ser endinheirada
O teu prestígio não vale nada

R ica empresa vale da faceta
I nimiga número um do planeta
O uro te faz ser vale das têtas

D evastadora de rios, de serras
O universo inteiro elegeu você
C omo a pior companhia da terra
E m função do teu amor pelo poder

Jetro Fagundes
Farinheiro Marajoara

2 comentários:

Reviragita Poesia disse...

Jetro, sempre defendendo
causa nobres.
Parabéns, meu amigo.
Te admiro muito.
Ci.

Jetro Fagundes disse...

Obrigado pelas palavras e por voce
sempre colaborar comigo